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10 dezembro 2023

Aleluia Baby

Aleluia Baby assume-se como um fanzine de temática crítica e lúdica, entre outras coisas e editado por Hugo Santos.
Neste número, é publicado um artigo de Vitor Carvalhais, intitulado "Música Cósmica", sobre o disco Phaedra dos Tangerine Dream.
Depois, partindo de um texto sobre o post-rock publicado no segundo número do fanzine "O Mouco", são sugeridas algumas correcções e uma lista de bandas representativas do género post-rock.
Na rúbrica "As Misteriosas Cidades do Ouro", é analisada a música composta por Philip Glass para o filme "Koyaanisqatsi".
Nas páginas centrais, surge uma secção com "Receitas de Paladar" com a descrição do modo de preparação de três pratos vegetarianos.
No meio do fanzine, em jeito de encarte, é inserida uma folha em papel cor de laranja, com um pequeno texto sobre o músico Perry Blake escrito por Vitor Carvalhais.
Segue-se uma extensa biografia de Henry Cow, grupo britânica de música avantgarde / art-rock  cujo texto foi retirado directamente (sem tradução) do site da banda.
Hugo Santos apresenta um texto "Divagações Literárias" no seu característico estilo livre.
Ao longo da publicação, com um grafismo limpo e equilibrado, surgem diversas imagens com legendas irónicas ou nonsense, que nos arrancam um sorriso.
Aleluia Baby #3, 2000, 28 págs, fotocópia a preto & branco, 14,9x21cm. Edição: BigNoseProductions. Gondomar.

17 maio 2023

Entre o Nada e a Catástrofe

Nesta publicação, Hugo Santos apresenta o texto "Entre o Nada e a Catástrofe", acrescido do bónus "Um Pequeno Conto de Almofariz Cor-de-Laranja". Os textos foram escritos entre Novembro de 2003 e Fevereiro de 2004, num estilo entre o confessional, a auto-reflexão, a nostalgia e o delírio melancólico.
"Ir longe, e mais longe, e mais longe, até ao limiar do céu, e voltar. Pacotes de açúcar como tambores da selva adocicando as mentes sonhadoras, das mulheres que se antecipam à própria sensualidade, no milagre do amor. No meio do barulho está escondida a catástrofe. Ninguém o sabe, mas ela está lá, à espreita.
Regressar novamente a um estado primitivo de emoções é algo que assusta mas que poderia muito bem ser a solução para levar a cabo o próximo passo. ANDA-SE PELAS RUAS COM AS PERNAS A TREMER! Às vezes não..."
Entre o Nada e a Catástrofe, Fevereiro de 2004, 44 págs, impressão a preto & branco; capa em cartolina de cor, 14,5x21cm. Tiragem: 100 exemplares. Edição: BigNoseProductions.

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