Mostrar mensagens com a etiqueta Luis Diferr. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luis Diferr. Mostrar todas as mensagens

22 abril 2026

JuveBÊDÊ

JuveBÊDÊ #4
Após meio ano de existência, confirma-se a consolidação do projecto, sob a direcção e coordenação de Miguel Coelho. Aumentam o número de páginas e também os apoios públicos e privados ao JuveBêDê.
Há notícias sobre o lançamento de novos álbuns, sobre o fim da histórica revista À Suivre e sobre algumas iniciativas dinamizadas pela Associação Juvemédia.
São publicadas quatro pranchas de "Loco Laser" da autoria de Augusto Gomes. Por seu turno, Luís Lopes contribui com a bd "Pois é, pois é!!!". Por último, é publicada a prancha de José Carneiro "A Escola" já datada de finais de 1983!
Os destaques vão para a cobertura do IX Salão Internacional de BD do Porto. Ainda durante o Salão, foram contactados os autores norte-americanos Tom Hart e Jason Lutes.
Tendo como pano de fundo a exposição sobre o Tio Patinhas apresentada no Salão, é publicado um texto sobre Carl Banks, o criador do pato forreta e uma entrevista a Don Rosa, responsável pela continuação das histórias do Patinhas.
A finalizar este número, são publicadas duas entrevistas aos autores Christian Denayer e a Leo.
JuveBÊDÊ #4, Novembro de 1997, 20 págs., impresso a preto & branco; capa a cores, 21x29,7cm. Edição: Associação Juvemedia. Lisboa.

JuveBÊDÊ #10
Os álbuns em destaque eram absolutamente previsíveis e paradigmáticos do que se publicava em Portugal no final do milénio passado: 'Rantanplan', 'Mutts', 'Lucky Luke', 'Calvin & Hobbes', 'Philemon'' 'Cathy', 'Blake & Mortimer', 'Blueberry', etc. A cobertura do 26.º Festival de BD de Angoulême, estende-se por quatro páginas desta edição.
'Juve Internacional' é o nome de uma nova rúbrica dedicada à divulgação do que se publica no estrangeiro.
Nas páginas centrais festejam-se os 70 anos de Tintin, reforçados pelas diversas iniciativas que assinalaram essa data redonda, como a Exposição Bibliográfica realizada no Salão Medieval da Biblioteca Pública de Braga.
A outra nova rúbrica a estrear nesta edição é 'Juve Galeria', apresentando resumidamente um autor, nacional ou internacional, e publicando em exclusivo, os seus desenhos. Nesta primeira amostra, o autor seleccionado foi Tibet, desenhador de 'Ric Hochet' e de 'Chick Bill', entre outros.
Há uma curta entrevista a Luis Diferr sobre o seu percurso profissional, publicando-se também a banda desenhada de 1983 'Breves Aventuras do Sr. Sansão'.
JuveBÊDÊ #10, Março de 1999, 20 págs., impresso a preto & branco; capa a cores, 21x29,7cm. Edição: Associação Juvemedia. Lisboa.

JuveBÊDÊ #26
Este número do boletim de banda desenhada da Associação Juvemedia destaca um conjunto de edições portuguesas em álbum de autores como Hermann, Comès, Zep e Juan Canales.
A nível internacional, fazem a cobertura da 30.ª edição do Festival de Angouleme, que atribuiu o Grande Prémio ao francês Régis Loisel.
Na rúbrica "Juve Internacional" são apresentadas diversas edições de álbuns de bd, com predominância total de autores franco-belgas e um ou outro italiano.
O 1.º BD Fórum a realizar no mês seguinte é destacado como um dos maiores eventos realizados em Portugal na área da banda desenhada, com a presença de inúmeros autores internacionais e diversos lançamentos a ocorrerem paralelamente ao evento. O BD Fórum marcaria o inicio da actividade da editora espanhola NORMA em Portugal. Também estava prevista a entrega dos Prémios Central Comics 2002, durante o evento.
No tocante à publicação de bd, este número do JuveBÊDÊ, conta com duas pranchas humorísticas da autoria de Ricardo Ferrand.
Na rúbrica "Juve Portugueses" são recenseadas as edições em álbum no mercado nacional das editoras Meribérica/Liber, Edições ASA, Vitamina BD, Devir, Booktree, Witloof e Gradiva.
Miguel Coelho republica o texto "Investigação em 2002: Um Balanço" na sua versão integral, pois o texto terá sido amputado de algum do seu conteúdo pelo grande censor Sr. Marcos Farrajota, aquando da sua publicação original no sítio da internet da Bedeteca de Lisboa.
Na rúbrica "Juve Breves" são divulgados diversos eventos relacionados com a bd e algumas edições previstas para breve.
A terminar, assinala-se a passagem de 20 anos desde a morte de Hergé em Março de 1983. 
JuveBÊDÊ #26, Abril de 2003, 32 págs., impresso a preto & branco; capa a cores, 21x29,7cm. Edição: Associação Juvemedia. Lisboa.

JuveBÊDÊ #58
O destaque deste número são as sardinhas protagonistas das Festas de Lisboa. Temos sardinhas por todo o lado - na capa, contracapa e em várias páginas interiores. O outro destaque vai para a 6.ª edição do Ilustrarte - Bienal Internacional de Ilustração para a Infância, que contou com grande participação de ilustradores estrangeiros.
São publicadas diversas notícias breves sobre novas publicações lançadas em álbum, como "A Batalha de 14 de Agosto de 1385" de Pedro Massano, "João de Deus - A Magia das Letras" de José Ruy, "Portugueses na Grande Guerra (1914-1918)" de Batista Mendes, bem com a reedição de "Maus" de Art Spiegelman, "O Essencial de Calvin & Hobbes", de Bill Watterson, entre outros.
Nas páginas centrais, assinalam-se os 50 anos de criação de Mafalda pelo argentino Quino. Seguem-se diversas notícias na rúbrica "JuveBD Breves" com notas sobre o World Press Cartoon, a edição n.º 137 do Boletim do CPBD, a morte do desenhador belga Philippe Delaby, uma exposição de André Carrilho, o CartoonXira 2014, exposição de Madalena Matoso no CPBDI, o lançamento de "Heróis de BD no Século XXI" organizado por Geraldes Lino, os vencedores dos Troféus Central Comics, a 1.ª Mostra do Clube Tex Portugal, a venda por preço recorde do primeiro livro de aventuras do Super-Homem, e outras tantas do género.
Na rúbrica "JuveBD Portugueses", destaca-se a edição dos álbuns "Eusébio - Pantera Negra" de Eugénio Silva, "O Juiz de Soajo" da autoria de José Ruy, "As Extraordinárias Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy - Requiem - III" de Filipe Melo, Juan Cavia e Santiago Villa e também "As 7 Cores de Oníris - A Grande Aventura" de Rita Vilela.
Nas edições internacionais, destaque para o lançamento de "Alix Senator 2", "Canardo" por Sokal, "Errance en Mer Rouge" da autoria de Joël Alessandra e "Africa Dreams" de Jean-François Charles, Maryse Charles e Frédéric Bihel.
A finalizar, um desenho de Leo e uma montagem com diversas imagens de filmes de animação e de super-heróis inspirados em personagens nascidos na banda desenhada.
Este número tem como redactores apenas Carlos Fernando Cunha (também Director) e Alexandra Sousa e está bastante fracote em termos de conteúdo. 
JuveBÊDÊ #58, Novembro de 2014, 24 págs., impresso a preto & branco; capa a cores, 21x29,7cm. Tiragem: 200 exemplares. Edição: Associação Juvemedia. Lisboa.

JuveBÊDÊ #89
A comemorar 25 de existência, o JuveBÊDÊ surge numa edição integralmente impressa a cores e dedicada praticamente em exclusivo à cobertura das edições de banda desenhada lançadas no mercado nacional. Não deixa de ser surpreendente a enorme quantidade eventos e de livros publicados no curto espaço de meses. Falamos de festivais, exposições, programas de rádio, prémios anuais, concursos, festas de lançamento, tertúlias, feiras e mercados, e por aí fora.
As páginas centrais são dedicadas ao 17.º Festival BD de Beja e há também referência à 23.ª edição do Cartoonxira, adivinhando-se no horizonte o Amadora BD e o Comic Con.
No entanto, o destaque absoluto vai para o manancial de livros de autores nacionais e internacionais que se sucedem a um ritmo inimaginável há uns anos atrás, sinalizando uma dinâmica editorial sem precedentes, protagonizada por editoras como a Arte de Autor, Escorpião Azul, Gradiva BD, G. Floy, Relógio D'Água, A Seita, Polvo, Ala dos Livros, Levoir, Saída de Emergência, Sendai, Chili Com Carne e outras mais.
Não há fome que não dê em fartura!... 
JuveBÊDÊ #89, Setembro de 2022, 24 págs., impresso a cores, 21x29,7cm. Tiragem: 250 exemplares. Edição: Associação Juvemedia. Lisboa.

30 maio 2024

Eros

Fanzine editado por Geraldes Lino devotado à temática erótica. A capa apresenta um trabalho de Pedro Burgos e no interior o destaque vai para Luis Diferr, com a bd inédita "Gaia Ling", em estilo bastante solto e inventivo, mas mantendo sempre presente a sensualidade dos corpos. Há também uma pequena apresentação do autor e uma entrevista.
Segue-se a bd "Fredie, da cintura... para baixo" de Jorge Amado, onde o personagem principal decide aparecer num passo de dança, desmembrando-se até só restar a parte inferior do corpo.
Na rúbrica "Olho Voyeur" o editor destaca o trabalho de E.T. Coelho na adaptação da obra "Decameron" de Boccaccio.
A terminar o artigo "O erotismo em Prince Valiant" um breve excerto retirado da obra "Foster e Val" assinada por Manuel Caldas.
Na última página é apresentado um desenho de uma jovem desnuda da autoria de Horacio Altuna.
Eros #7, Dezembro de 1989, 22 págs, capa impressa a vermelho sobre papel amarelo; miolo a preto & branco, 21x29,7cm. Tiragem: 250 exemplares. Lisboa.

08 outubro 2023

Aleph

Aleph #1
Aleph apresenta-se como revista sobre Banda Desenhada, propondo-se assumir a divulgação e a análise crítica da forma, conteúdo e demais aspectos deste modo de expressão. Aleph  foi realização de um Grupo de Amigos da Banda Desenhada, resultante da reunião das equipas provenientes dos fanzines Saga e Yellow Kid.
Neste primeiro número, há artigos de Machado da Graça, Luís Leiria, Joaquim A. Leal, António Magalhães Garcia e José de Matos-Cruz (director).
Publicação de três pequenas bandas desenhadas por Luís Dias Ferreira (Luis Diferr), Nelson Dias / Augusto Mota e Maria João.
No meio do fanzine, estão inseridas duas folhas dactilografadas de cor esverdeada, com diversas notícias sobre publicações e eventos de bd.
Aleph #1, Julho de 1973, 28 págs, offset a preto & branco, 21x28,8cm. Tiragem: 1500 exemplares. Amadora.

Aleph #2
No segundo número, o Aleph altera substancialmente o rumo anterior, com uma linha editorial muito politizada de tendência extrema-esquerda (maoísta) e com a inclusão de alguns trabalhos de autores estrangeiros - note-se que o subtítulo passa de "Revista Portuguesa de Banda Desenhada" para "Revista de Banda Desenhada".
São publicados diversos textos não assinados de crítica muito incisiva e dura sobre autores de bd (Vitor Mesquita), intervenientes (Vasco Granja) e publicações (fanzines Impulso, Copra, QuadrinhosPloc).
Carlos Pessoa apresenta um extenso ensaio sobre "João Tempestade: Elementos para uma Leitura da Obra de Frank Robbins".
Do autor americano Ron Cobb, é apresentada uma entrevista e diversos cartoons. São publicadas várias tiras dos jovens autores João Malheiro (texto) e Fernando Sarzedas (desenho).
Aleph #2, Março de 1974, 32 págs, offset a preto & branco, 21x29,5cm. Amadora.

Aleph #3
Em pleno fulgor revolucionário decorrente do 25 de Abril, o Aleph assume uma linha editorial declaradamente maoísta, incluindo um editorial que tem como epígrafe uma citação de Mao Tsé-Tung acerca da contradição. A China é declarada como o farol da revolução mundial e conjuntamente com a Albânia!!, a vanguarda das forças revolucionárias contra o sistema capitalista. Neste contexto, é publicada na integra a banda desenhada chinesa "O Destacamento Feminino Vermelho" ao longo de 9 páginas.
Há também uma coluna decorrente de um processo de autocrítica, relativamente a um artigo publicado no número anterior.
As restantes bd são "The One and Only" e "Capuchinho Vermelho" da autoria de Buz (Jaime Pires), "A Galinha Doida" de Pedro (Massano), uma bd de Luis Dias Ferreira (Luis Diferr), envolvendo o "mestre" Vitor Mesquita e o "aluno" Philippe Druillet.
Para terminar, são publicados três cartoons e a bd "A Lenda do Homem Enforcado" da autoria de Patricio.
Aleph #3, Junho de 1974, 24 págs, offset a preto & branco; capa em papel colorido, 28,5x31,4cm. Tiragem: 5000 exemplares. Amadora.

16 abril 2023

Azul BD Três

Nove meses depois do número inaugural, regressa o Azul BD Três, com uma capa desenhada por António Jorge Gonçalves. A primeira banda desenhada, na contracapa, é 'Carta' de José Paulo Marques. Depois, o brasileiro Arthur Garcia apresenta um dos episódios de 'Piratininga'. 
Na rúbrica Novidades de..., Geraldes Lino destaca o autor Fernando Relvas e as vicissitudes que têm rodeado a edição dos seus trabalhos em álbum.
Segue-se 'Madagascar' com texto de Rosie B. e desenhos de Jorge G. (António Jorge Gonçalves), uma sequência plena de odores tropicais, natureza luxuriante, cacofonia de sons e guinchos, o marulhar das ondas, a simplicidade das coisas boas da vida.
Luís Graça apresenta a segunda parte do dossier 'Cinema de Animação em Portugal', referenciando-se as produções de Rui Gonçalves, de Joaquim Pinto (G.E.R.- Grupo de Estudos e Realizações) e Carlos Cruz (Burity & Co). A finalizar este tema, o incontornável Vasco Granja.
Arlindo Yip Sou apresenta 'Curiosidade', num estilo entre o digital e a pintura a aerógrafo, e incidindo sobre a curiosidade despertada num gato por uma misteriosa caixa.
O director Rui Brito, referencia as desventuras do dinossauro Ferrari de Luis Diferr, nas Edições Asa e outros assuntos no âmbito da banda desenhada nacional.
'Hard Look', de Miguel Alves e Boris Bluff, uma história sobre um miúdo fascinado por um penteado à punk, que acaba por correr mal.
'A Mesma História' de João Mendonça e Francisco Sengo, uma história em loop entre um argumentista e um desenhador, em busca de uma história...
Domingos Isabelinho discorre sobre bd alternativa, destacando, entre outros, a autora norte americana Lynda Barry.
Ana Cortesão apresenta a banda desenhada 'Radiações Terminais', com a televisão a dominar a vida dos espectadores mais passivos.
'A Descoberta Desconhecida' do francês Blanquet, uma estranha alucinação com animais extintos há milhares de anos e agora redescobertos, que acabam por expirar.
Segue-se o conto 'O Príncipe e a Maçã' de Nuno Varandas, com ilustrações de João Tinoco.
'7 72', de Diniz Conefrey ambientada na selva africana durante o período da guerra colonial, com soldados objectores de consciência que minam a moral das tropas e emboscadas fatais.
A fechar, Luis Diferr com 'Diálogos dos Enormes Sistemas'.
Azul BD Três #2, Verão de 1994, 52 págs, impresso a preto & branco; capa a cores, 20,5x27,5cm, Tiragem: 1000 exemplares. Edição: Jogo de Imagens. Amadora.

05 outubro 2022

Lady Blitz Fan-Club

Fanzine de Luis Diferr dedicado à sua criação Lady Blitz, com diversas pranchas (algumas inéditas), onde pontifica a voluptuosa heroína.
Neste primeiro número é também publicado em estilo polémico-epistolar o denominado L’affaire Blitz ou le dossier Ana, onde é relatada a suposta apropriação de uma ideia original apresentada em 1985 por Luis Diferr, utilizada posteriormente para o álbum ANA de António Jorge Gonçalves / Nuno Artur Silva.
O Lady Blitz terá sido um dos primeiros fanzines em Portugal, cuja impressão a cores foi realizada em impressora de computador.

Lady Blitz Fan-Club #1 – Novembro de 1995, 16 págs., impressão cores e p&b, 21x29,7cm, Lisboa

  © Ourblogtemplates.com