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19 agosto 2026

Enfarta Brutos

Enfarta Brutos #0
Enfarta Brutos é um pequeno fanzine da autoria de Tetrateles, que começa com uma criativa divagação desenhada sobre os dilemas existenciais do artista / desenhador e as suas ansiedades e sentimentos de culpa: "ou por me isolar para desenhar ou por não desenhar!"
A reflexão sobre os momentos de desmotivação no desenho e na escrita e na constatação que para uma obra ter qualidade e obter reconhecimento público, implica esforço e preparação sobre o que se vai escrever e desenhar antes de começarmos a fazê-lo.
No final do fanzine são apresentadas duas pequenas histórias: - uma sobre a falta de vontade de ir para o ginásio e a aversão ao esforço físico e aos berros motivacionais dos treinadores. A outra, brinca com humor e sentido lúdico com a analogia entre a cadeia prisional e a quadrícula do papel.
Este fanzine tem distribuição gratuita, sendo possível contactar o autor através do endereço electrónico: tetrateles88@gmail.com.
Enfarta Brutos #0, Setembro de 2024, 20 págs, fotocópia a preto & branco; capa em papel colorido, 10,1x14,2cm. Tiragem: 33 exemplares.

Enfarta Brutos #1
Resenha escrita por M.F. e publicada no jornal A Batalha n.º 303, de Dezembro de 2025: "Talvez seja sinal de maturidade da BD falar dela própria. Ou dos autores exporem as suas dúvidas existenciais. Se calhar estas BDs poderiam estar num volume da antologia Massa Crítica... Depois de um número zero, eis um Tetrateles a avançar na sua carreira de BD, com todo o sarcasmo - acompanhado por um coro de gato e cão a gozarem com a cara do ser humano - a largar os seus dramas de artista em dúvida para ir conquistando uma confiança para criar BD. Estranho mundo o nosso, com tanta merda a acontecer e os artistas sem saber o que contar... Já a convidada especial deste zine, a Beatriz Brajal, faz um teatrinho com figuras de cerâmica do período Olmeca (900-600 a.c.), para gozar de alto e com nudez com as ânsias de fim de mundo."
Enfarta Brutos #1, Abril de 2025, 40 págs, impresso a preto sobre papel reciclado; capa em papel colorido, 13x18cm. Tiragem: 44 exemplares.

Enfarta Brutos #2

O convidado para participar neste Enfarta Brutos é André Pereira, que contribui com a banda desenhada 'Dream Journal - 17 Nov, 2025' num registo diaristico surreal. Por seu lado, Tetrateles apresenta três pequenas histórias, começando com 'Enfarta Brutos' onde os animais adquirem comportamentos humanos e exibem também as piores características das pessoas.
A segunda bd intitula-se 'Eremita', muito bem conseguida em termos narrativos no tocante ao texto e ao desenho, afigurando-se como um dos trabalhos mais conseguidos de Tetrateles.
Ao longo da publicação surgem diversos desenhos soltos a servirem de separadores, terminando com a prancha 'Magia'.
Enfarta Brutos #2, Dezembro de 2025, 28 págs, impresso a preto sobre papel reciclado; capa em papel colorido, 12,8x18cm. Tiragem: 44 exemplares.

24 março 2026

Enjôo de Invocação

Enjôo de Invocação de André Pereira foi lançado a 30 de Junho de 2012, na XX Feira Laica, com capas de cinco cores diferentes. Posteriormente, houve uma nova edição intitulada Enjôo de Invocação: Re-Up com 4 novas páginas a cores, balonagem revista e nova capa, em cinco cores diferentes, numa tiragem, de 15 exemplares, lançada a 15 de Dezembro de 2012, na XXI Feira Laica.
Este fanzine compila seis histórias escritas e desenhadas por André Pereira (Robô Independente), excepto 'Sampler', 'Caos na Lota', e 'Pancho', escritas por João Machado.
Pedro Moura no blogue LerBD referiu que "A história que surge a abrir este fanzine é a mesma de Lodaçal # 6, intitulando-se “Demiurgo”. Além desta, também as outras, algumas das quais escritas por João Machado, tenham mais ou menos páginas (de 3 a 5), demonstram desde logo que Pereira tem todos os ingredientes na mão para sustentar uma longa história, de forma concertada, organizada, coesa, aliando a isso os seus desenhos, a um só tempo, expressivos, legíveis e apropriados, que flutuam entre abordagens mais elaboradas e outras mais rabiscadas (alguns pormenores, mas talvez também por causa das referências semi-cthulhianas, recordam Troy Nixon). Quer dizer, em contraste com muitos dos “novos talentos” que encontram nos zines o total espaço de liberdade que é o deles, apresenta um estilo mais convencional, mas por isso mais capaz de conquistar um espaço para fora desse circuito. Por essa razão, não deixa de ser surpreendente que as histórias pareçam criar uma promessa de complexidade a partir da qual sairia uma trama maior, mas são como que “interrompidas”, em nome de uma mais imediata gratificação sob a forma de humor, ou até mesmo de displicência melancólica. “Demiurgo” e “Cigarros”, por exemplo, fazem pensar numa espécie de “universo diegético” coerente. Veremos mais episódios? Continuaremos a perceber a origem do universo sob os princípios esotéricos apresentados em “Demiurgo”? É possível misturar a cabala e mecha? A epígrafe que o autor escolhe na abertura, tirada das cartas Magic: The Gathering (!) falam de uma certa inércia inicial. Mas se Enjôo é sinal de inércia, esperemos ver o início da mobilidade.."
Enjôo de Invocação, Junho de 2012, 32 págs, impresso a preto & branco; capa em papel colorido, 14,5x20,3cm. Tiragem: 50 exemplares.

10 janeiro 2025

Inner Math / Megafauna

Inner Math / Megafauna é um flipzine com duas partes: - Inner Math escrita por João Machado e desenhada por André Pereira e Megafauna da autoria de André Pereira. Ambas as histórias foram criadas durante o segundo semestre de 2012 entre Lisboa e a Figueira da Foz.
O fanzine foi lançado a 15 de  Dezembro, 2012, na XXI Feira Laica. Consta que foi realizada uma segunda tiragem de 30 exemplares por ocasião da I Feira Morta (Julho de 2013).
Pedro Moura escreveu o seguinte no blogue LerBD sobre esta publicação: "Por um lado, temos “Inner Math”, uma história escrita (em inglês) por João Machado e desenhada por André Pereira, que nos lança numa aventura num futuro distante, que envolve cidades cujos edifícios ultrapassam a troposfera, sistemas de comunicação rodoviária monumentais, estruturas de habitação ultratecnológicas, e, pela distância imaginada, um sistema cultural totalmente estranho ao leitor contemporâneo (nesse sentido, recorda aquelas descrições que Alan Moore fazia de Rann na saga do Monstro do Pântano, ou a escrita de Brandon Graham para Prophet). Vemos uma personagem, de armadura e “skate” voador, a atravessar estas paragens, ao mesmo tempo que um narrador, que tanto se pode estar a dirigir ao leitor como ao protagonista, de tão líquido e fugaz que é o “you”… Um confronto final, e quase inesperado, faz a narrativa chegar a uma possível resolução, mas não é mais do que um embate com a linha conclusiva da outra história. “Megafauna”, por sua vez, foi criada por Pereira, a solo, e não tem qualquer texto. O que vemos parece ser um momento nos primórdios dos seres humanos (Neanderthais?), e um estranho ritual mágico, que implica a decepagem de um recém-nascido, e a adoração de um mamute caído, cujas presas se levantam como uma lua, que o céu ostenta. Estes elementos “electrificam-se” e daí nasce um outro conflito, que multiplica os corpos e liberta uma espécie de ser divino, mescla de mamute, humano, Kali e Ganesha e Novos Deuses (Kirby). Há portanto aqui um encontro entre uma linha no passado distante e outra no distante futuro, que poderá recordar as fórmulas contidas em Final Crisis, de Morrison, que beberão das mesmas fontes (Kirby), mas que encontram neste zine uma destilação através de estratégias mais experimentais. Se há algo em comum nestas duas histórias talvez seja mesmo aquela estranheza a que aludimos. As mais das vezes, as ficções criadas em tempos afastados do nosso, seja em que direcção for, preferem sempre um qualquer grau de segurança pelo tratamento do comum e da familiaridade, mas é difícil crer que ela pudesse existir. Pereira e Machado optam antes por, através de estratégias poéticas – quer a nível da linguagem, que se afasta do coloquial, quer a nível das imagens, cujas opções compositivas e de sinais simbólicos da banda desenhada exploram formas pouco convencionais – sublinhar essa estranheza e fazer colidir ambas as linhas. André Pereira é detentor de uma abordagem figurativa de uma fluidez muito tranquila, misturando pequenos modos de moldar as expressões das suas personagens no rosto e nos corpos, e segue algumas das potencialidades criadas por autores usualmente associados a um certo psicadelismo, de Isabel Lobinho a Jim Starlin, patente nas formas dos objectos, edifícios, cidades, nos emanata (raios, balões preenchidos com símbolos indescortináveis, projecções de energia, linhas de electricidade) até ao nível da composição, com significativos esquemas de passagem entre vinhetas aparentados a infografia, e a um uso de películas transparentes que ofertam uma ideia de densidade textural e nivelação matéria a todas as imagens (cujos efeitos, num momento ou outro, são significativos em termos da acção representada)."
Inner Math / Megafauna, Dezembro de 2012, 40 págs., impressão digital a preto & branco, 14,2x19,8cm. Tiragem: 20 exemplares. Edição: Clube do Inferno. Lisboa.

29 abril 2024

Freak Scene

Freak Scene #1

Freak Scene é uma série experimental de André Pereira. Com um estilo psicadélico, delineado através de composições inovadoras, geométricas e dinâmicas, vamos seguindo a jornada de um personagem futurista, acompanhado por dois seres geneticamente modificados, dos quais é dono, e que têm a tarefa de carregarem uns misteriosos caixotes.
A meio do percurso são emboscados por uma entidade divinatória que pretende libertar os escravos, dotando-os de livre arbítrio e de perspetivas de novas possibilidades para a sua vida.
Apesar de se notar que existiu uma grande liberdade e alguma improvisação, André Pereira aproveita esta história para reflectir sobre várias questões existenciais, sobre o sentido da vida, a necessidade de Deus, o livre arbítrio, a ganância, mas tudo imbuído com a dose certa de humor.
Este fanzine foi lançado no dia 3 de Maio de 2014, na Feira das Almas.
Freak Scene #1, Maio de 2014, 20 págs, impressão a preto & branco; capa recortada em laranja fluorescente, 14,4x20cm. Tiragem: 30 exemplares. Edição: Clube do Inferno.

Freak Scene #3
O método de produção utilizado por André Pereira em Freak Scene #3 é similar ao do primeiro tomo desta saga: um protótipo de 20 páginas onde o autor desenhou directamente no caderno, para assim simular o produto acabado. Também aqui, não houve argumento escrito a priori e todos os erros de desenho foram herdados na versão final.
Este novo fascículo, “narra-se” como uma expedição, posta em marcha por dois misteriosos colonizadores espaciais, que é dificultada pela aparição de uma quasi-divina e analfabeta criatura.
Fanzine cujo lançamento decorreu no Festival Thought Bubble em Leeds, Inglaterra.
Freak Scene #3, Setembro de 2017, 20 págs, impressão a preto & branco em papel reciclado, 14,4x20cm. Tiragem: 50 exemplares. Edição: Clube do Inferno.

09 dezembro 2023

Build More Love

No grupo de autores que se agregou em torno do Clube do Inferno, André Pereira era o único que se apresentava em nome próprio, sem recorrer a pseudónimos ou a nomes artísticos, como os seus colegas Mao, Hetamoé ou Astromanta.
No entanto, Build More Love é uma excepção pois André Pereira apresenta-se como IndieMecha & Tatabox para assinar uma história silenciosa e onírica, magnificamente desenhada, envolta em líquido amniótico cósmico, alternando entre um atmosférico estado de vigília e o sonho delirante. 
Build More Love foi apresentado assim: "o IndieMecha quis dar forma a algo que o Tatabox queria expressar e a coisa aconteceu, em segredo. O ponto de partida é onírico e a paisagem é desolada. Talvez se passe naqueles momentos em que desligamos o alarme, dormimos mais uns minutos e temos os sonhos mais marados da noite. Ou talvez seja uma metáfora básica, mas honesta, de uma relação. Não sabemos como esta bd acaba, simplesmente conclui que há sempre algo mais alto, maior e mais orgânico para o qual lutar, e mesmo isso pode ruir. E isso é ok."
Houve uma segunda edição de 15 exemplares, lançada em Março de 2015.
Build More Love, Novembro de 2014, 16 págs, impressão a preto & branco; capa em cartolina a cores, 14x20cm. Tiragem: 20 exemplares. Edição: Clube do Inferno.

21 abril 2023

Parasitas

Parasitas é uma antologia de banda desenhada que reúne trabalhos de diversos autores que se apresentam sob pseudónimo. A capa foi desenhada por Rudolfo (O Gordo) e a primeira banda desenhada é de Afonso Ferreira (Cilantro) e dá o mote parasitário, uma vez que após ingestão de um megg parasita, o Artur maçã acaba com os seus órgãos internos digeridos pelo megg que depois abandona o corpo anfitrião.
Segue-se uma sequência onde um corpo feminino imberbe é perfurado em todos os orifícios corporais por tentáculos invasores, em estilo oriental por  Ana Matilde Sousa (Hetamoé).
A descrição de um dia normal, desde o acordar matinal até ao deitar tardio, numa sucessão de rotinas entre a manutenção do corpo (banho, vestir, comer) e o trabalho e a recreação virtual por André Pereira (Robô Independente).
Paula Almeida (Pui) apresenta duas pranchas com uma personagem feminina afirmativa e apaixonada por um esqueleto falante.
"Hobolove" é uma banda desenhada completamente tresloucada de Zé Burnay (Fart Limpson) onde um velhote drogado quer dividir com alguém uma pedra de crack e a acaba por apaixonar-se por um parasita que surge por efeito da alucinação.
"Tuáilaite!" é a única banda desenhada do conjunto que excede as duas páginas e onde Daniela Viçoso (Bambi) apresenta dois personagens masculinos, com ares de campinos, com barrete e tudo, que se enrolam numa cena homossexual.
Parasitas, Dezembro de 2013, 20 págs, impressão a preto & branco; capa a duas cores, 14,9x21cm. Edição: Imvencible Comics.

18 março 2023

5-Color Good Stuff

Fanzine que colige cinco bandas desenhadas curtas (duas previamente publicadas online, três inéditas), elaboradas por André Pereira entre 2019 e 2022. 
Adoptando estilos gráficos muito distintos para cada BD, começa com uma narrativa que parte de uma velha foice arrumada a um canto, seguindo para uma breve digressão poética com fundo politico. Segue-se um novo tomo de "9:2:5", que representa um regresso ao estilo, mas ao mesmo tempo aprofunda e reactualiza a temática abordada anteriormente em 2013, no fanzine com o mesmo nome 9:2:5.
Depois vem uma banda desenhada com texto ilegível e astros flamejantes, estranhas criaturas encapuzadas a pairar sobre paisagem desolada. Tudo num ambiente entre o alienígena e o alucinatório esgrouviado.
"Novos Horizontes" traça em breves duas páginas uma curiosa e desiludida panorâmica pessoal sobre o período da pandemia covidiana.
Para terminar, a banda desenhada "Swans", ou a narrativa da impossibilidade de escutar o álbum "The Burning World" dos Swans nas colunas de um Fiat Punto de segunda geração.
Foram editados exemplares com capas com 5 cores distintas: amarelo, laranja, azul, verde e vermelho. Lançado no decurso da 6ª edição da Feira Raia.
5-Color Good Stuff, Abril de 2022, 28 págs, impresso a preto & branco, capa em papel colorido (5 cores diferentes), 14,5x21cm. Edição: Erva Daninha.

04 janeiro 2023

Visita de Estudo ao Milhões 2017

Fanzine distribuído gratuitamente durante o Festival Milhões de Festa 2017, realizado em Barcelos. Com o subtítulo: Histórias de encantar dos alunos da C+S de Corvos (Anais), cada um dos "alunos" preparou uma página de banda desenhada sobre o festival, a sua envolvente, as bandas participantes e os efeitos causados na audiência.
Os "alunos" participantes foram Ana Caspão, André Pereira, Gonçalo Duarte, João Silvestre, Joaquim Almeida, Marcos Farrajota, Rui Moura, Tiago da Bernarda, Ricardo Martins, Xavier Almeida. A capa ficou a cargo do Rudolfo. Como seria de esperar numa publicação com estas características, os estilos e as abordagens são muito diversificadas e concisas. 
Visita de Estudo ao Milhões 2017, Julho de 2017, 16 págs, impresso a preto & branco, 14,5x21cm. Edição: Chili Com Carne e Lovers & Lollypops.

25 novembro 2022

Ground Zero

Volume inicial "Ground Zero" de André Pereira, partindo da interrupção inesperada das férias de Natal à beira mar, para regressar à aldeia da avó. Lá chegados, o crepitar da madeira a arder na lareira mistura-se com o ruído surdo do teclar rápido no telemóvel, para os jogos virtuais e para a troca mensagens com os companheiros de férias, entretanto abandonados.
O ambiente bucólico e o labor antigo da vida no campo, é interrompido pelas intromissões dos aparelhos tecnológicos, causando uma estranheza, semelhante à provocada pelas hélices dos aerogeradores no meio da paisagem desolada e silenciosa.  
Ground Zero #1, Novembro de 2015, 20 págs., impresso em risografia, 13,5x19,2cm. Tiragem: 50 exemplares. Edição: Clube do Inferno, Lisboa.

06 outubro 2022

9:2:5

Fanzine em registo autobiográfico da autoria de André Pereira, editado através do selo Clube do Inferno. Utilizando um dispositivo formal muito bem conseguido, o autor vai desfiando as agruras do dia-a-dia da juventude e da sua (des)integração no mercado de trabalho. O título do fanzine remete para o horário de trabalho convencional e rotineiro, acontecendo a vida nos seus interstícios. Mas no final, apenas resta a solidão, as relações mediadas pela tecnologia, o entretenimento virtual e apesar de tudo, a esforçada tentativa de superação através da sua arte.
Fanzine lançado no decurso da 
Lançado na I Feira Morta, em Lisboa.
9:2:5 - Julho de 2013, 20 págs., preto e branco, 21x29,7cm. Tiragem: 40 exemplares. Edição: Clube do Inferno, Lisboa.

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