O Mouco
Meio Mouco # 4 e 1/2
O primeiro artigo intitulado 'O Inverno Não Podia Ter Sido Mais Frio' parte à descoberta das novas bandas canadianas. Impulsionados pela descoberta dos GYBE!, exploram as sonoridades de outras bandas como Do Make Say Think, Exhaust, A Silver Mt. Zion e 1 Speed Bike.
Depois, algo completamente diferente: - a noticia do regresso de Battlestar Galáctica!
Continuando a surpreender, um texto que mistura dores de cabeça, medicamento Panadol e o primeiro disco dos suecos Eskobar.
As páginas seguintes são preenchidas com textos sobre os Karate, o concerto de PJ Harvey no Rivoli, o disco de estreia dos Clinic e o concerto de Los Planetas
De rompante, 'Jimmy, The Little Bastard', irrompe alucinado numa bd assinada por Pedro Carvalho.
Notas sobre concertos de Shannon Wright e Calexico, sobre a banda Cop Shoot Cop e sobre os The (International) Noise Conspiracy.
O Meio Mouco servia como cartão de apresentação das bandas integrantes do CD que acompanhava esta edição.
Meio Mouco #4 e 1/2, Maio de 2001, 32 págs, impresso a preto & branco; capa em azul, 12x12cm. Porto.
O Mouco Bob
No editorial refere-se que esta edição do Mouco deveria ter saído um ano antes, mas apesar desse atraso, não se nota que o conteúdo esteja minimamente desactualizado. A abrir, comenta-se a programação e as bandas incluídas no cartaz do Festival do Porto, e divulga-se o trabalho dos norte-americanos Elk City, na sequência do lançamento do seu segundo disco.
Referência também para os The New Year e para o seu disco "Newness Ends". Recupera-se o surpreendente trabalho de Spike Jones nos anos 40/50 e a sua influência em muita produção musical posterior.
Segue-se uma banda desenhada cruzando ovni's e castigos divinos desenhada por Tiago Lourenço e escrita por João Lourenço.
Na senda da invasão musical nórdica, são destacados os suecos Logh, logo seguido por um pequeno artigo assinalando o vigésimo aniversário da editora Dischord.
Referência também para o concerto dos Karate no bar portuense O Meu Mercedes é Maior Que o Teu.
De seguida, um exercício de futurologia sobre prováveis bandas em destaque naquele ano, nomeando The Raveonettes, Yeah Yeah Yeah's e The Kills, todas tendo em comum elementos do sexo feminino.
Para finalizar, aproveitam para relembrar os britânicos World Domination Entreprises e o seu disco "Let's Play Domination".
Como já vinha sendo habitual nas anteriores edições do Mouco, há um CD extra contendo uma compilação de 12 temas de bandas alternativas como os Hella, Picastro, Volta do Mar, Je Suis France, Murder By Death, The Microphones, Tha Allstar Project, Everybody Uh Oh, Young People, The Advantage e Red Shirt Brigade.
O Mouco foi um dos melhores fanzines surgidos em Portugal na mudança de milénio, tendo direito a um lugar cativo na Fanzineteca Ideal.
O Mouco Bob, Junho de 2003, 20 págs, impresso a uma cor, 14x18cm. Porto.Segue-se uma banda desenhada cruzando ovni's e castigos divinos desenhada por Tiago Lourenço e escrita por João Lourenço.
Na senda da invasão musical nórdica, são destacados os suecos Logh, logo seguido por um pequeno artigo assinalando o vigésimo aniversário da editora Dischord.
Referência também para o concerto dos Karate no bar portuense O Meu Mercedes é Maior Que o Teu.
De seguida, um exercício de futurologia sobre prováveis bandas em destaque naquele ano, nomeando The Raveonettes, Yeah Yeah Yeah's e The Kills, todas tendo em comum elementos do sexo feminino.
Para finalizar, aproveitam para relembrar os britânicos World Domination Entreprises e o seu disco "Let's Play Domination".
Como já vinha sendo habitual nas anteriores edições do Mouco, há um CD extra contendo uma compilação de 12 temas de bandas alternativas como os Hella, Picastro, Volta do Mar, Je Suis France, Murder By Death, The Microphones, Tha Allstar Project, Everybody Uh Oh, Young People, The Advantage e Red Shirt Brigade.
O Mouco foi um dos melhores fanzines surgidos em Portugal na mudança de milénio, tendo direito a um lugar cativo na Fanzineteca Ideal.
















































