Cadernos Ultra-Periféricos
Cadernos Ultra-Periféricos #6

Agora sediados em Porto da Espada, envolvidos pelo silêncio das montanhas, os Cadernos Ultra-Periféricos trazem textos poéticos de Vasco Câmara Pestana (editor) e desenhos de Teresa Câmara Pestana, Diana Waldschreck, João Jantes, Paula Silva, Xana e Axel Blotevogel.
Por vezes, há poemas imbuídos nos desenhos, embora na maioria das páginas o texto surja apartado da ilustração - lado a lado, cada um na sua página.
'Pensamentos... Diversos...' de Sandro Kappa é o único texto publicado que não é da autoria do editor.
Nas páginas centrais, apresentam-se dois desenhos de Axel Blotevogel, impregnados de uma indómita força telúrica, uma desolação selvagem e misteriosa.
A montagem gráfica é assumidamente sóbria, arejada, sem qualquer vestígio de design, mas com notável equilíbrio entre os textos e os desenhos, fornecendo a necessária amplitude para ambos respirarem desafogadamente.
Por vezes, há poemas imbuídos nos desenhos, embora na maioria das páginas o texto surja apartado da ilustração - lado a lado, cada um na sua página.
'Pensamentos... Diversos...' de Sandro Kappa é o único texto publicado que não é da autoria do editor.
Nas páginas centrais, apresentam-se dois desenhos de Axel Blotevogel, impregnados de uma indómita força telúrica, uma desolação selvagem e misteriosa.
A montagem gráfica é assumidamente sóbria, arejada, sem qualquer vestígio de design, mas com notável equilíbrio entre os textos e os desenhos, fornecendo a necessária amplitude para ambos respirarem desafogadamente.

Cadernos Ultra-Periféricos #6, Verão de 2006, 40 págs, fotocópia a preto & branco, 21x29,7cm. Porto da Espada.
Cadernos Ultra-Periféricos #7

Os Cadernos Ultra-Periféricos com o subtítulo 'fanzine d'Arte e Poesia' constituíram uma muito agradável surpresa. Este número apresenta poemas de Carlos Baptista, acompanhados pelos desenhos de Teresa Câmara Pestana, Axel Blotevogel, Carlos Baptista e do editor Vasco Câmara Pestana.
sNa abertura, Vasco Câmara Pestana refere que "levámos o poeta a reconhecer as vantagens de publicar. Convencemo-lo a aparecer como Aparição. E da possibilidade (ainda que remota) de voltar a Ser no acto solitário de ser lido. Conseguimos que entregasse o mapa exemplar, o «roteiro paralelo». Enfim que nos disponibilizasse os poemas que dão acesso à antecâmara subterrânea onde se encontra em plena combustão o alambique representado na capa."
Cadernos Ultra-Periféricos #7, Outono de 2006, 36 págs, fotocópia a preto & branco, 21x29,7cm. Porto da Espada.














































