Ars Moriendi
Enquanto Portugal inteiro andava entretido com o Euro 2004 e a rezar à Nossa Senhora do Caravaggio, um pequeno grupo de jovens portuenses decide lançar um singelo fanzine que recupera o nome de um tipo de publicação que circulou no século XV e que se destinada a ensinar como viver de modo a assegurar uma boa morte e a vida eterna.
A cultura nas suas diversas cambiantes era o tema assumido para este número inaugural com distribuição gratuita. André F. Martins, realizador de cinema a dar os primeiros passos, é entrevistado na sequência da exibição do seu filme no FantasPorto. O cinema é ainda o mote para falar sobre o filme a "Paixão de Cristo" realizado por Mel Gibson.
Na rúbrica "Aenimatografo" assinala-se a edição integral em DVD da obra do falecido realizador João César Monteiro.
Na secção "Os Discos da Moda" pretendem referenciar discos e músicos esquecidos ou desvalorizados e que merecem melhor atenção. Os dois primeiros discos sinalizados são "Transformer" de Lou Reed e "The Second Annual Report" dos Throbbing Gristle.
Para finalizar, Sérgio Gonçalves escreve uma breve apresentação da obra "A Origem da Tragédia" de F. Nietzsche.
Na secção "Os Discos da Moda" pretendem referenciar discos e músicos esquecidos ou desvalorizados e que merecem melhor atenção. Os dois primeiros discos sinalizados são "Transformer" de Lou Reed e "The Second Annual Report" dos Throbbing Gristle.
Para finalizar, Sérgio Gonçalves escreve uma breve apresentação da obra "A Origem da Tragédia" de F. Nietzsche.
Ars Moriendi #0, Junho de 2004, 12 págs, fotocópia a preto & branco, 14,9x21cm. Porto.
Ars Moriendi #1
Afirmando periodicidade trimestral, Ars Moriendi regressa com renovada apresentação e com mais páginas. Foram introduzidas novas rubricas (“Já ouviu falar de…” – neste número dedicada ao anatomista André Vesálio, autor do magnifico “De Humanis Corporis Fabrica”, obra da qual foram retiradas a maior parte das ilustrações da presente edição), bem como foram incrementadas outras que transitaram da edição anterior como “Os Discos da Moda” com notas sobre "Radio Ethiopia" de Patti Smith, "Amiux" de Merzbow e "The Lost Tapes From Dr. Frankenstein's Lab" dos Dr. Frankenstein.
A rubrica “Guerra” passou a estar mais desenvolvida, foram acrescentados os espaços “Informação ao Consumidor” e “O Homem na Sombra”.
A bd satírica “Duas Palavras”, da autoria de Valium, é seguida pela secção de crítica literária “Biblos” ao “Pela Estrada Fora” de Jack Kerouac e ao cinema, “Ænimatografo” (“Negros Hábitos”, de Pedro Almodovar).
Neste número, o destaque total vai para a entrevista realizada com os Telectu.
Ars Moriendi #1
Afirmando periodicidade trimestral, Ars Moriendi regressa com renovada apresentação e com mais páginas. Foram introduzidas novas rubricas (“Já ouviu falar de…” – neste número dedicada ao anatomista André Vesálio, autor do magnifico “De Humanis Corporis Fabrica”, obra da qual foram retiradas a maior parte das ilustrações da presente edição), bem como foram incrementadas outras que transitaram da edição anterior como “Os Discos da Moda” com notas sobre "Radio Ethiopia" de Patti Smith, "Amiux" de Merzbow e "The Lost Tapes From Dr. Frankenstein's Lab" dos Dr. Frankenstein.
A rubrica “Guerra” passou a estar mais desenvolvida, foram acrescentados os espaços “Informação ao Consumidor” e “O Homem na Sombra”.
A bd satírica “Duas Palavras”, da autoria de Valium, é seguida pela secção de crítica literária “Biblos” ao “Pela Estrada Fora” de Jack Kerouac e ao cinema, “Ænimatografo” (“Negros Hábitos”, de Pedro Almodovar).
Neste número, o destaque total vai para a entrevista realizada com os Telectu.




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