Cult Pump
Cult Pump apresenta na capa uma janela circular cortada à mão, que deixa entrever uma explosão, um big bang que se estilhaça em mil direcções. Os desenhos e pinturas do dinamarquês Zven Balslev são surpreendentes, surrealistas, divertidos e tanto apresentam uma finalização primorosa como podem ser quase esboçados. Além dos nomes referenciados infra por Pedro Moura, vislumbra também em alguns desenhos de Zven Balslev evidentes afinidades com o trabalho de André Lemos.
Como é apanágio das esmeradas edições da Opuntia Books, esta edição contém como extra um mini-zine A6 de 8 páginas, impresso a laser fechado num pequeno envelope Firmo.
No blogue LerBD foi referido que Cult Pump "faz pensar no que teria sido se Philip Guston tivesse continuado na exploração da fragmentação das figuras da sua fase mais tardia. O martelo da capa parece ser não apenas um comentário mas uma explicação do que se encontra no seu interior: os restos de imagens anteriormente completas, as vítimas de uma qualquer violência que não conseguimos identificar e somente temos o prazer, ou o horror, de contemplar os resquícios deixados atrás, os quais, todavia, já prometem leituras diversas. A associação a nomes tão dispersos como os de Dice Industries ou Sue Williams é inevitável, na procura de uma cartografia de significado."
Cult Pump, Maio de 2009, 36 págs, impresso a laser sobre papel branco 100 g.; capa em papel Guarro Iris Gualda 185 g., 15,3x21,4cm. Tiragem: 100 exemplares. Edição: Opuntia Books [OB-0013].


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