Shock
Primeiro número (experimental) do fanzine Shock, subordinado ao tema "O Chapéu" e os desenhos e bandas desenhadas têm como denominador comum a inclusão de chapéus.
Luis Beira dá o mote, escrevendo sobre os diversos tipos de chapéu e a sua utilização. Seguem-se diversas ilustrações por Luis Costa, Luis Nunes, Pedro Morais, Augusto Trigo, João Neves, Luvi, Artur Correia, José Ruy, Estrompa e Eugénio Silva e bandas desenhadas por Francisco Lança, José Abrantes, Hervé Chételat, Fernando Bento, Mitsushirato, Edgar Marcelo.
Luis Beira dá o mote, escrevendo sobre os diversos tipos de chapéu e a sua utilização. Seguem-se diversas ilustrações por Luis Costa, Luis Nunes, Pedro Morais, Augusto Trigo, João Neves, Luvi, Artur Correia, José Ruy, Estrompa e Eugénio Silva e bandas desenhadas por Francisco Lança, José Abrantes, Hervé Chételat, Fernando Bento, Mitsushirato, Edgar Marcelo.
O fanzine encerra com textos de Geraldes Lino sobre o Festival de BD de Lisboa 83 e também sobre as actividades desenvolvidas pelo Centro Português de Banda Desenhada (CPBD).
Shock #0, Julho de 1983, 24 págs, offset a 2 cores, 21x29,7cm., Tiragem: 500 exemplares. Lisboa.
Shock #2
Shock #5
O quinto número do Shock surge renovado com um novo grupo de editores, constituído por Estrompa, António Simões, Luis Louro, Gisélia Lourenço e José Paulo. Este número é dedicado à dupla René Goscinny e Albert Uderzo e os diversos participantes homenageiam a sua principal criação - Astérix e Obélix. Há uma mescla de autores consagrados e de jovens que acabam de surgir.
Os autores dos desenhos e pranchas inspiradas na dupla de irredutíveis gauleses, são: Augusto Trigo, José Abrantes, Victor Borges, João Cabrita, José Pedro Costa, João Cabrita, Diniz Conefrey, Manuel Brum, Pepedelrey, Rui Lacas, Luis Louro, Francisco Legatheaux, Renato Abreu, José Paulo Marques, Hélder Carrilho, José Ruy e Estrompa.
Há também uma secção de notícias, referenciando a realização da Feira do Livro de Lisboa e principalmente o lançamento do primeiro número de LX Comics.
Segue-se um entrevista de perguntas e respostas directas a José Ruy e para finalizar, um texto assinado por Luis Filipe Sebastião, homenageando a dupla de criadores de Astérix.
Shock #5, Maio de 1990, 24 págs, fotocópia a preto & branco; capa em papel de cor, 21x29,7cm., Tiragem: 120 exemplares. Lisboa.
Shock #13
Em véspera de comemorar uma década de existência, este número é inteiramente dedicado a homenagear o autor Enki Bilal. Participam com desenhos e bd, inspirados na obra do autor nascido na antiga Jugoslávia, os seguintes autores: Deodato, Estrompa, João Fazenda, Manuel Brum, José Ramalho, Pepedelrey, Miguel, Pedro Brito, Ricardo Blanco, Tozé e Rui Abrantes. Maré participa com uma pequena biobibliografia de Bilal.
O desenho inserido na capa é da autoria de Miguel, a maqueta e o arranjo gráfico é de Estrompa. A composição ficou a cargo de Sofia Cruz e de Ana d'Almeida.
Shock #13, Fevereiro de 1993, 20 págs, offset a 2 cores, 21x29,7cm., Tiragem: 100 exemplares. Lisboa.
Shock #18
No editorial, Estrompa assinala que o Shock venceu o prémio de melhor fanzine no Festival Amadora BD pelo segundo ano consecutivo. Jorge Margarido é o autor de duas bd, ambas em tons negros e desfechos trágicos.
Shock #2
Neste número dedicado ao belga Edgar-Pierre Jacobs, a Tertúlia é aberta por Luiz Beira. Os célebres personagens Blake, Mortimer, Olrik são parodiados pelos seguintes desenhadores: Augusto Trigo, Artur Correia, Luis Louro, Vassalo Miranda, Estrompa, José Paulo, Luis Diferr, Rá, Renato Abreu, H. Carrilho e Rebelo da Silva.
Há também uma página com notícias breves sobre alguns acontecimentos relacionados com a banda desenhada nacional.
Segue-se uma entrevista (um questionário, mais propriamente) superficial e desinteressante ao Dr. Chaves Ferreira.
Termina com um artigo biográfico sobre Edgar-Pierre Jacobs escrito por António José Simões.
Shock #2, Novembro de 1989, 18 págs, fotocópia a preto & branco; capa em papel de cor, 21x29,7cm., Lisboa.Shock #5
O quinto número do Shock surge renovado com um novo grupo de editores, constituído por Estrompa, António Simões, Luis Louro, Gisélia Lourenço e José Paulo. Este número é dedicado à dupla René Goscinny e Albert Uderzo e os diversos participantes homenageiam a sua principal criação - Astérix e Obélix. Há uma mescla de autores consagrados e de jovens que acabam de surgir.
Os autores dos desenhos e pranchas inspiradas na dupla de irredutíveis gauleses, são: Augusto Trigo, José Abrantes, Victor Borges, João Cabrita, José Pedro Costa, João Cabrita, Diniz Conefrey, Manuel Brum, Pepedelrey, Rui Lacas, Luis Louro, Francisco Legatheaux, Renato Abreu, José Paulo Marques, Hélder Carrilho, José Ruy e Estrompa.
Há também uma secção de notícias, referenciando a realização da Feira do Livro de Lisboa e principalmente o lançamento do primeiro número de LX Comics.
Segue-se um entrevista de perguntas e respostas directas a José Ruy e para finalizar, um texto assinado por Luis Filipe Sebastião, homenageando a dupla de criadores de Astérix.
Shock #5, Maio de 1990, 24 págs, fotocópia a preto & branco; capa em papel de cor, 21x29,7cm., Tiragem: 120 exemplares. Lisboa.
Shock #13
Em véspera de comemorar uma década de existência, este número é inteiramente dedicado a homenagear o autor Enki Bilal. Participam com desenhos e bd, inspirados na obra do autor nascido na antiga Jugoslávia, os seguintes autores: Deodato, Estrompa, João Fazenda, Manuel Brum, José Ramalho, Pepedelrey, Miguel, Pedro Brito, Ricardo Blanco, Tozé e Rui Abrantes. Maré participa com uma pequena biobibliografia de Bilal.
O desenho inserido na capa é da autoria de Miguel, a maqueta e o arranjo gráfico é de Estrompa. A composição ficou a cargo de Sofia Cruz e de Ana d'Almeida.
Shock #13, Fevereiro de 1993, 20 págs, offset a 2 cores, 21x29,7cm., Tiragem: 100 exemplares. Lisboa.
Shock #18
No editorial, Estrompa assinala que o Shock venceu o prémio de melhor fanzine no Festival Amadora BD pelo segundo ano consecutivo. Jorge Margarido é o autor de duas bd, ambas em tons negros e desfechos trágicos.
"Breve História dos Heróis de Banda Desenhada no Cinema", é um breve apanhado de filmes protagonizados por personagens de bd. Por seu lado, Tozé Lopes publica o quarto tomo da série "A BD e a Música".
Rui Gamito assina "Dente por Dente" um bailado ao ritmo de tiros e execuções sumárias, em estilo Cães Danados anos 20. "A Sede do Mal" é outra aparição de Gamito em estilo gangster performativo.
Nas páginas centrais, surge o suplemento "Café no Park", em papel tipo jornal, publicando uma crónica de M.A.L.S., e pranchas de Amadeu Pinto, Estrompa, M. Jorge com uma história de Leopoldo já publicada em O Piolho #2.
Ana Branco retoma uma bd com gaivotas, Tejo e ponte ao fundo, publicada anteriormente no Boom #2.
Carlos Gonçalves disponibiliza um detalhado artigo sobre o famoso detective Dick Tracy, também transposto para o cinema.
Nas últimas páginas, é publicada "Fraternidade" um episódio de guerra em bd muda e negra, da autoria de Vitor Borges e Paulo Moreiras.
Rui Gamito assina "Dente por Dente" um bailado ao ritmo de tiros e execuções sumárias, em estilo Cães Danados anos 20. "A Sede do Mal" é outra aparição de Gamito em estilo gangster performativo.
Nas páginas centrais, surge o suplemento "Café no Park", em papel tipo jornal, publicando uma crónica de M.A.L.S., e pranchas de Amadeu Pinto, Estrompa, M. Jorge com uma história de Leopoldo já publicada em O Piolho #2.
Ana Branco retoma uma bd com gaivotas, Tejo e ponte ao fundo, publicada anteriormente no Boom #2.
Carlos Gonçalves disponibiliza um detalhado artigo sobre o famoso detective Dick Tracy, também transposto para o cinema.
Nas últimas páginas, é publicada "Fraternidade" um episódio de guerra em bd muda e negra, da autoria de Vitor Borges e Paulo Moreiras.
Shock #18, Fevereiro de 1996, 36 págs, impresso a preto & branco, 20,5x27,5cm., Tiragem: 100 exemplares. Lisboa.
Shock #27
O Shock completamente mergulhado em estilo noir, pelas mãos de Estrompa e de José Lopes. O cenário é a América mitificada dos gangsters e das mulheres fatais, gente ambiciosa e gananciosa sem escrúpulos ou moral.
São publicadas as bandas desenhadas "Ciúme" e "Vingança Macabra" e "O Destino Escreve-se Por Linhas Tortas", por Estrompa e José Lopes.
Há ainda o texto "Balada para 3 Defuntos" escrito por Arold Rubins, "Mulheres nu Shock" por Apolinário S. e "Pesadelo" por Pérce Vactiv.
Shock #27, Dezembro de 2007, 32 págs, fotocópia a preto & branco; capa a cores, 19,6x27,2cm. Lisboa.
Shock #27
O Shock completamente mergulhado em estilo noir, pelas mãos de Estrompa e de José Lopes. O cenário é a América mitificada dos gangsters e das mulheres fatais, gente ambiciosa e gananciosa sem escrúpulos ou moral.
São publicadas as bandas desenhadas "Ciúme" e "Vingança Macabra" e "O Destino Escreve-se Por Linhas Tortas", por Estrompa e José Lopes.
Há ainda o texto "Balada para 3 Defuntos" escrito por Arold Rubins, "Mulheres nu Shock" por Apolinário S. e "Pesadelo" por Pérce Vactiv.
Shock #27, Dezembro de 2007, 32 págs, fotocópia a preto & branco; capa a cores, 19,6x27,2cm. Lisboa.












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